Perrengues de viagem: 10 histórias reais e o que aprendemos

Viajar é maravilhoso, mas nem sempre tudo acontece exatamente como planejamos. Depois de muitas viagens em família, podemos garantir: perrengues de viagem também fazem parte da história.

Já tivemos carteira furtada em Orlando, perdemos a chave do carro alugado depois de um dia nos parques da Universal, enfrentamos temporal na Flórida, quase ficamos sem assistir a um jogo do Brasil em Londres, tivemos problemas com líquidos na bagagem de mão e até precisamos correr por um aeroporto para não perder uma conexão.

Na hora, algumas dessas situações deram vontade de chorar. Hoje, várias viraram histórias que contamos rindo — e, principalmente, lições que mudaram a maneira como planejamos nossas viagens.

Por isso, reunimos aqui nossos maiores perrengues de viagem, o que aconteceu em cada situação, o que aprendemos e o que você pode fazer para evitar problemas parecidos nas suas próximas férias.

Este texto nasceu há alguns anos como parte da blogagem coletiva #deuruim. Atualizamos o conteúdo, preservando nossas histórias reais, mas revisando dicas e informações que mudaram com o tempo.

🚨 Nossos maiores perrengues de viagem

✈️ Problema com líquidos na bagagem de mão em Londres
⚽ Ingresso de última hora para um jogo do Brasil
🌧️ Temporal nos parques de Orlando com criança pequena
🚗 Pedágio na Flórida sem moedas
🔑 Chave do carro alugado perdida na Universal
🎟️ Problema com ingresso da Disney
👛 Carteira furtada em outlet de Orlando
🌀 Alertas durante a passagem do Furacão Isaac
🏃 Correria para conexão internacional no Panamá
🏨 Viagem sem reserva de hotel

1. Londres: quase ficamos sem assistir ao jogo do Brasil

Quando fomos a Londres, apesar de o Rogério ser apaixonado por futebol, não sabíamos que a Seleção Brasileira jogaria justamente no período da nossa viagem. Descobrimos por acaso: o taxista que nos levou do aeroporto perguntou se estávamos na cidade por causa do jogo.

Foi o suficiente para o Rogério pesquisar assim que chegamos ao hotel. Para a felicidade dele, a partida seria na nossa última noite em Londres. A programação original era ter uma noite tranquila, arrumar as malas e dormir cedo porque viajaríamos para Roma na manhã seguinte. Obviamente, esse plano foi por água abaixo. 😅

Compramos os ingressos dos adultos pela internet, mas ficamos em dúvida sobre o ingresso do Roger, que ainda era criança. Como em várias atrações que havíamos visitado em Paris ele não pagava entrada, decidimos descobrir no estádio se existia alguma regra específica para crianças.

Esse foi o erro.

No metrô já começamos a encontrar brasileiros com camisas, bandeiras e bandanas. Quando chegamos perto do estádio, parecia que estávamos indo ao Maracanã — só que com uma temperatura próxima de zero grau.

Na entrada descobrimos que não havia ingresso infantil diferenciado e, pior: as bilheterias já estavam fechadas. O Rogério ficou arrasado.

Cheguei a sugerir que ele entrasse com o Roger e eu voltaria para o hotel, mas ele não aceitou. Enquanto tentávamos entender o que fazer, um funcionário que havia conversado conosco retornou. Depois de ouvir o Rogério explicar o quanto queria assistir ao jogo com o filho, ele simplesmente nos deu um ingresso para o Roger.

Perguntamos onde deveríamos pagar e ele deixou claro que era um presente. Foi uma mistura de alívio, surpresa e felicidade. Conseguimos entrar e assistir à partida juntos — e aquele foi o primeiro jogo da Seleção Brasileira que eu vi em um estádio e também a primeira vez do Roger em um estádio.

💡 Lição aprendida: quando um evento é importante para a viagem, não conte com a possibilidade de comprar ingresso na porta. Verifique antecipadamente regras de idade, preços, horários de bilheteria e disponibilidade.

E teve gol do Brasil! Guardamos esse vídeo daquele dia:

2. Londres: esquecemos a regra dos líquidos na bagagem de mão

O jogo acabou tarde, chegamos ao hotel quase à meia-noite e precisaríamos acordar por volta das 4h para seguir ao aeroporto rumo a Roma. Já tínhamos deixado as malas praticamente prontas, mas estávamos funcionando no modo zumbi.

E foi aí que aconteceu um dos nossos clássicos erros de viagem.

Apesar de conhecermos as regras de líquidos na bagagem de mão, colocamos shampoos, condicionadores e hidratantes dentro das malas que levaríamos para a cabine. Resultado: vários produtos tiveram que ser descartados durante a inspeção de segurança.

Na época, até itens do Roger entraram na conferência. Depois de passar pela segurança, cansados e sem dormir direito, sentamos para esperar o voo e acabamos tendo uma crise de riso. Na hora não teve graça nenhuma — principalmente vendo produtos praticamente novos indo para o lixo.

Frascos e líquidos na bagagem de mão em viagem de avião
✈️ Como funciona hoje: as regras podem variar conforme o aeroporto. No Reino Unido, a orientação oficial é conferir as regras do aeroporto de partida e dos aeroportos de conexão. Na maioria dos aeroportos, recipientes com líquidos na bagagem de mão continuam limitados a 100 ml, embora alguns aeroportos já permitam recipientes maiores. Medicamentos e itens para bebês podem ter exceções.

Consulte sempre as regras oficiais do aeroporto antes de viajar.

3. Orlando: chuva nos parques com criança pequena

Na nossa primeira viagem a Orlando fomos no verão, período em que as pancadas de chuva fazem parte da rotina da Flórida. Nós sabíamos disso e até achávamos que estávamos preparados: tínhamos capas de chuva e acompanhávamos a previsão do tempo.

Mas esquecemos de um detalhe importante: o carrinho das crianças.

Tentamos prender nossas próprias capas sobre o carrinho, mas as tempestades vinham acompanhadas de vento. Quando voltávamos de uma atração, o carrinho estava ensopado.

Naquela viagem a Lelê ainda era bem pequena e dormia durante o dia. Em uma das situações, tivemos que virar a capa de chuva e usar a parte seca para forrar o carrinho para que ela conseguisse dormir.

Viagem para Orlando com criança em dia de chuva no parque
Em um dos temporais, ficamos abrigados no teatro do Nemo.
💡 Lição aprendida: se você vai para Orlando com criança que ainda usa carrinho, considere levar ou comprar uma capa própria para o carrinho. Ela protege assento, mochila e objetos que ficam ali enquanto a família está nas atrações.

Se a sua viagem for para Orlando, veja também nosso guia da Disney com criança pequena e consulte nosso Guia Completo de Orlando.

4. Orlando: chegamos ao pedágio e só tínhamos dinheiro em papel

Na primeira viagem a Orlando eu tinha estudado bastante sobre a cidade. Sabia que existiam pedágios e tinha lido que algumas pistas aceitavam pagamento manual. O que eu não sabia era que, em determinadas praças menores, naquela época havia pontos de pagamento automático em moedas, sem funcionário.

Adivinha onde fomos parar?

Era nosso primeiro dia. Estava caindo um temporal, o Roger tinha passado mal no carro e nós tínhamos dólares em papel, cartão de crédito e cartão pré-pago — mas nenhuma moeda.

Não havia comércio por perto, ninguém passava e nós simplesmente não sabíamos como sair dali.

Meu irmão resolveu descer do carro para procurar moedas no chão. Eu achei que aquilo jamais funcionaria, até que ele começou a encontrar centavos. A cada moeda colocada no coletor, vibrávamos. 😂

Depois de uma busca digna de caça ao tesouro, conseguimos completar o valor, a cancela abriu e seguimos viagem.

Pedágio na Flórida com pagamento em moedas em viagem antiga a Orlando
O famoso pedágio que nos ensinou a pesquisar um pouco mais. 😅
🚗 E o pedágio em Orlando hoje? Essa história aconteceu há muitos anos e não deve ser usada como regra atual. Atualmente, carros alugados podem utilizar diferentes soluções eletrônicas de pedágio, incluindo programas oferecidos pelas próprias locadoras. Para quem retira e devolve carro no Aeroporto Internacional de Orlando, também existe o Visitor Toll Pass, entre outras alternativas.

Antes de retirar o carro, confira como a sua locadora cobra pedágios e compare as opções para evitar taxas inesperadas.

5. Universal Orlando: perdemos a chave do carro alugado

Depois de várias viagens a Orlando, nós já tratávamos a chave do carro alugado quase como passaporte: sempre sabíamos onde estava. Até o dia em que chegamos ao estacionamento da Universal, depois de um dia inteiro de parque, e percebemos que a chave tinha desaparecido.

Reviramos mochilas, carrinho e tudo o que carregávamos. Nada.

Fomos ao achados e perdidos do CityWalk, tentamos verificar os parques e confirmamos com um funcionário que o carro poderia passar a noite no estacionamento. Como os parques já estavam fechados, voltamos de táxi para o hotel.

No dia seguinte, Rogério retornou muito cedo e refez praticamente todo o nosso caminho: CityWalk, banheiros, restaurantes, áreas por onde havíamos passado...

Enquanto isso, eu arrumava as malas porque era nosso último dia de viagem e já começava a imaginar o custo e toda a burocracia.

Até que o telefone tocou.

Ele tinha encontrado a chave!

E onde estava? Embaixo de uma das carrocinhas de pipoca. Até hoje não sei o que levou o Rogério a olhar justamente ali, mas funcionou. E, claro, ele comemorou tirando várias selfies com a chave. 😂

Chave do carro alugado encontrada depois de ser perdida na Universal Orlando
💡 Lição aprendida: defina um lugar fixo para guardar a chave do carro durante a viagem — de preferência um bolso interno fechado ou compartimento com zíper. E confira o contrato da locadora: custos e coberturas para perda de chave variam de empresa para empresa e de acordo com o plano contratado.

6. Disney: uma regra de ingresso que entendemos errado

Em uma das nossas viagens ficamos cerca de 20 dias em Orlando. Depois de visitar os parques que estavam no planejamento, as crianças quiseram voltar ao Animal Kingdom.

Na época, perguntamos em uma loja da Disney sobre a possibilidade de fazer um upgrade dos ingressos que já tínhamos utilizado e recebemos uma orientação para resolver no parque no dia seguinte.

Quando chegamos ao parque, descobrimos que a situação não era tão simples quanto havíamos entendido. Explicamos que tínhamos seguido a orientação recebida na noite anterior e conversamos com a atendente sobre algumas situações que haviam acontecido naquela viagem.

Depois de algum tempo, ela voltou e nos presenteou com quatro novos ingressos e benefícios de acesso às atrações disponíveis na época.

Não estávamos tentando ganhar nada — inclusive estávamos preparados para comprar novos ingressos. Foi uma solução excepcional dada por uma funcionária naquele contexto e ficou como uma memória muito especial para nós.

Nossa família comemorando no Animal Kingdom em Orlando
A felicidade no Animal Kingdom depois de toda a confusão.
🎟️ Importante: as regras mudaram. Hoje os ingressos padrão do Walt Disney World são baseados em data e possuem uma janela de utilização definida no momento da compra. Por exemplo, atualmente um ingresso padrão de 4 dias deve ser usado dentro de uma janela de 7 dias; um ingresso de 8 dias, dentro de 12 dias; e um ingresso de 10 dias, dentro de 14 dias.

Não use nossa experiência antiga como regra para upgrade ou validade. Sempre confira as condições do ingresso específico que você pretende comprar diretamente na Disney.

Para começar seu planejamento, veja nosso guia com dicas para a primeira viagem à Disney.

7. Orlando: minha carteira foi furtada no outlet

Orlando sempre nos passou uma sensação de segurança muito grande. Na nossa primeira viagem, eu ficava impressionada ao ver objetos deixados nos carrinhos enquanto as famílias estavam nas atrações. Aos poucos, acabei relaxando alguns cuidados que normalmente teria em outros lugares.

E foi justamente aí que tivemos um dos nossos piores perrengues em Orlando.

Estávamos em uma loja no outlet da Vineland. Lelê dormia no carrinho e a mochila estava pendurada junto com as sacolas de compras. Quando ela acordou e saiu, o carrinho tombou. Algumas coisas da mochila caíram no chão e achei estranho porque ela deveria estar fechada.

Foi quando senti falta da carteira.

Dentro estavam documentos, carteira de motorista, cartões e outros itens importantes. Fomos até a segurança do outlet, voltamos à última loja em que havíamos passado e começamos imediatamente a bloquear os cartões.

Ainda bem que fizemos isso rápido. Quando retornamos ao Brasil, veio outro susto: havia mais de US$ 8 mil em tentativas/compras feitas após o furto. Seguimos os procedimentos solicitados pelo banco e pela bandeira do cartão e, no nosso caso, não tivemos que arcar com aqueles valores.

Cuidados contra furto durante compras em outlet de Orlando
Depois desse episódio, nosso cuidado com documentos e cartões mudou completamente.
👛 O que aprendemos: lugar turístico não é sinônimo de risco zero. Hoje evitamos deixar carteira, passaportes e cartões em mochilas penduradas em carrinhos ou fora do nosso campo de visão. Também mantemos cópias digitais dos documentos e os contatos dos bancos acessíveis.

Se um cartão desaparecer durante a viagem, bloqueie ou congele o cartão imediatamente pelo aplicativo ou pelos canais da instituição financeira e acompanhe as movimentações. Em caso de documentos furtados, registre a ocorrência e procure a orientação adequada para o documento perdido.

8. Flórida: alertas durante a passagem do Furacão Isaac

Como se o furto da carteira não tivesse sido emoção suficiente, no dia seguinte seguiríamos de Orlando para Miami para embarcar em um cruzeiro. Naquela noite, a região acompanhava os efeitos e alertas relacionados ao Furacão Isaac.

A televisão exibia informações meteorológicas e orientações de segurança. Rogério ligou para a recepção do hotel e depois desceu pessoalmente para entender melhor o que deveríamos fazer.

Voltamos a deixar documentos e itens importantes à mão e tentamos dormir com a TV ligada para acompanhar qualquer orientação.

No meio da madrugada ouvimos um som parecido com uma sirene e acordamos num pulo. O coração quase saiu pela boca... até percebermos que era uma campainha em um seriado que estava passando na televisão. 😂

No dia seguinte seguimos para Miami acompanhando as informações meteorológicas. O porto estava funcionando, o embarque sofreu atraso, mas conseguimos embarcar com segurança e depois ainda curtimos dias lindos durante a viagem.

Crianças com capa de chuva durante viagem à Flórida
💡 Lição aprendida: durante a temporada de furacões na Flórida, acompanhe fontes oficiais, orientações do hotel, aeroporto, companhia aérea e empresa do cruzeiro. Não tome decisões importantes apenas com base em posts de redes sociais ou mensagens encaminhadas.

9. Panamá: a corrida para não perder a conexão

Em outra viagem, nosso retorno era Orlando → Panamá → Rio de Janeiro. O primeiro voo atrasou bastante para sair de Orlando e ainda durante o trajeto fomos avisados de que poderia haver impacto nas conexões.

Quando desembarcamos no Panamá, não tínhamos uma orientação clara sobre o nosso voo seguinte. Então fizemos o que qualquer família cansada com bagagem de mão faria: corremos como loucos pelo aeroporto. 😂

E, claro, o portão do voo para o Rio parecia estar no extremo oposto.

No final deu tudo certo porque tínhamos escolhido uma conexão com uma margem razoável entre os voos. Se o intervalo fosse muito curto, provavelmente a história teria terminado de outra forma.

Correria em aeroporto para pegar voo de conexão internacional
A imagem representa muito bem nosso estado naquele aeroporto. 😂
💡 Lição aprendida: uma conexão longa pode parecer perda de tempo quando tudo funciona perfeitamente, mas uma boa margem pode salvar a viagem quando o primeiro voo atrasa. Ao comprar passagens separadas, o cuidado precisa ser ainda maior.

10. Santos: viajar sem reserva de hotel

Viajar sem roteiro fechado pode ser divertido. Viajar com crianças pequenas e descobrir no fim do dia que você não sabe onde vai dormir já é outro tipo de aventura. 😅

Em umas férias fomos do Rio de Janeiro para São Paulo e, na volta, decidimos retornar pelo litoral. Não contávamos com uma forte neblina e interdições que atrasaram bastante o percurso.

Resolvemos dormir em Santos e começamos a procurar hospedagem já durante a viagem. Estávamos com duas crianças pequenas e queríamos apenas um lugar seguro, limpo e confortável para passar a noite.

Depois de pesquisar bastante, conseguimos uma hospedagem simples que resolveu nosso problema. Mas aquela experiência confirmou algo que já combina muito mais com nosso estilo de viajar: gostamos de aventura, mas gostamos ainda mais de saber onde vamos dormir.

Viagem em família pelo litoral de São Paulo depois de pernoite em Santos
Os pequenos em uma parada no caminho de volta para o Rio.

Como evitar perrengues de viagem: nosso checklist depois de tantos anos viajando

Não existe planejamento capaz de eliminar todos os imprevistos. Aliás, algumas das melhores histórias de viagem nascem justamente do que deu errado. Mas dá para reduzir bastante a chance de um problema pequeno virar um problemão.

  • Faça um checklist antes de sair de casa: documentos, cartões, medicamentos, eletrônicos, carregadores, reservas e itens essenciais.
  • Confirme as regras da bagagem: principalmente líquidos, medicamentos, baterias e tamanho/peso permitido pela companhia aérea.
  • Não deixe documentos e cartões desprotegidos: evite bolsas abertas, mochilas penduradas em carrinhos e locais fora do seu campo de visão.
  • Tenha cópias digitais dos documentos: armazene em local seguro e acessível caso precise consultar informações durante a viagem.
  • Salve reservas também offline: hotel, carro, ingressos e passagens não devem depender exclusivamente de internet funcionando.
  • Pesquise como funcionam pedágios e estacionamento: principalmente quando for alugar carro no exterior.
  • Reserve uma margem confortável para conexões: aeroporto grande + imigração + atraso de voo é uma combinação que exige tempo.
  • Leia as condições do seguro e dos contratos: inclusive assistência do carro alugado, franquias, perda de chave e coberturas.
  • Confira avaliações recentes de hospedagem: fotos antigas e descrições bonitas não contam toda a história.
  • Acompanhe alertas meteorológicos: especialmente em destinos sujeitos a furacões, nevascas ou outros eventos severos.
✈️ Planejando Orlando?

Reunimos nossos conteúdos para ajudar você a organizar parques, hospedagem, transporte e outros detalhes no Guia Completo de Orlando do Por Aí com os Pires.

Perrengue de viagem também vira memória

Quando a gente olha para trás, percebe que viajar não é uma coleção de dias perfeitos. Existem atrasos, chuva, decisões erradas, objetos perdidos, sustos e situações completamente fora do nosso controle.

Alguns desses momentos nos ensinaram a planejar melhor. Outros apenas renderam histórias que hoje fazem todo mundo rir.

E talvez essa seja uma das melhores partes de viajar em família: até quando dá ruim, a história acaba entrando para o álbum da viagem.

E você? Qual foi o maior perrengue que já viveu viajando? Conta para a gente nos comentários — prometemos não julgar. Provavelmente já fizemos algo parecido. 😂

Perguntas frequentes sobre perrengues de viagem

Como evitar perrengues durante uma viagem?

Planejamento ajuda bastante: confira documentos, regras de bagagem, reservas, seguro, meios de pagamento, previsão do tempo, transporte e condições de entrada no destino. Mesmo assim, mantenha alguma flexibilidade para lidar com imprevistos.

O que fazer se perder a chave do carro alugado?

Entre em contato com a locadora ou assistência indicada no contrato. Não assuma que o seguro cobre a perda da chave, pois isso varia conforme empresa, país e proteção contratada.

Como funcionam os pedágios em Orlando?

A Flórida utiliza amplamente sistemas eletrônicos de pedágio. Carros alugados podem ter programas próprios da locadora e existem outras soluções disponíveis. Verifique as condições do seu contrato antes de usar as vias pedagiadas.

O que fazer se meu cartão for furtado durante uma viagem?

Bloqueie ou congele o cartão assim que perceber o desaparecimento, acompanhe as transações e entre em contato com a instituição financeira. Se documentos também tiverem sido furtados, registre a ocorrência e siga as orientações consulares ou do órgão emissor quando necessário.

Quanto tempo deixar entre voos em uma conexão internacional?

Não existe um intervalo único adequado para todos os aeroportos. Considere tamanho do aeroporto, necessidade de imigração, nova inspeção de segurança, troca de terminal, retirada de bagagem e se os voos estão no mesmo bilhete. Conexões muito apertadas aumentam o risco quando há atrasos.


Atualização: este post reúne experiências vividas por nossa família em diferentes anos. Regras de ingressos, pedágios, aeroportos, seguros e serviços podem mudar. Sempre confira as condições oficiais válidas para a data da sua viagem.

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16 comentários:

  1. Gente, quanto perrengue! Acho que tenho mais sorte que vocês, rs...

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    1. kkk acho que já deu né? Não precisamos de mais perrengues kk

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  2. Nossa! Quanta história de perrengue! Imagino que com filhos deve ficar ainda mais complicado porque deve bater um desespero!

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  3. Sua lista tá bem generosa, hahaha! Menina, que judiação a história da carteira! Também amo Orlando e acabo relaxando, mas sempre pode acontecer, né... infelizmente! E eu já fui para lá no verão, haja carrinho ensopado, rs! No fim vira tudo história para contar, mas senti seu vazio daqui com a história da carteira, pois já tive a carteira furtada num ônibus, foi péssimo. Seus filhos são lindos!

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    1. Menina, e como né?! Depois ainda lembrei de outros kkk E que venham mais viagens e menos perrengues..kk

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  4. Gente quanto perrengue no quintal do Mickey!! Fiquei até com medo agora hahaha Até parece! Nada seria capaz de me fazer desistir de voltar lá uma vez após a outra!
    Muito chato isso de sofrer com furto em viagem! O resto até dá pra superar, mas ficar sem documentos, perder dinheiro é bem estressante!!

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  5. De todos, o furto foi o mais sofrido.. E depois que passou o susto lamentei muito pela ID das crianças, aquelas carinhas lindas seriam guardadas para sempre comigo �� Ainda bem que tinha digitalizado elas. Mas nada nos afasta da terra da magia, fomos 5x!!!

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  6. Aline, nem terminei de ler todos os posts da BC mas já estou te declarando a rainha do perrengue. Com filhos tudo é mais delicado né?! Mas voces acabaram resolvendo tudo bem. :)

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    1. Resolvemos tudo sim e temos histórias para contar.. com filho é tudo mais delicado sim, mas não temos medo de perrengues e vamos com tudo!!!

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  7. Catar moedinhas pro pedágio foi demais!!! E me chamou a atenção a generosidade do funcionário do estádio ao lhes dar i ingresso... Baita camaradagem!

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  8. Quantos perrengues, Aline, mas muitos terminaram bem, que ótimo. São histórias assim que nos fazem relembrar das viagens com muitas gargalhadas depois. Beijos.

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    1. Penso como você.. temos história para contar e rimos muito!! Enquanto estava listando os perrengues, eu ri sozinha :)

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  9. Com filhos os perrengues são sempre piores! #seicomoé
    Guria, mudando de assunto, o layout do teu blog tá muito lindo e o selinho ficou fofo!
    Bjokas, Claudia@pequenoviajante

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  10. No episódio do futebol, esse funcionário salvou o dia hein. É bom quando encontramos boas pessoas em viagens.

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